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Governo Lula comemora cessar-fogo entre EUA e Irã e pede inclusão do Líbano no acordo

Na terça-feira (7/4), Estados Unidos e Irã deram uma trégua nos ataques, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar aniquilar uma “civilização inteira”. No entanto, o conflito entre Israel e o Hezbollah no Líbano  não foi incluido no acordo de cessar-fogo temporário entre Washington e Teerã, afirmou Donald Trump, à rede PBS nesta quarta-feira.

“O Governo brasileiro saúda o anúncio, em 7 de abril, de cessar-fogo no contexto do conflito armado no Oriente Médio. Expressa satisfação com a perspectiva de negociações para estabelecimento de acordo de paz abrangente. A fim de resguardar ambiente que conduza à redução de tensões e evite nova escalada, o Brasil conclama as partes a não se engajarem em ações de natureza militar ou retórica”, diz trecho da nota.

“Assinala, ainda, a importância de que a cessação de hostilidades na região se estenda ao Líbano, país que, em decorrência dos intensos ataques israelenses, vive grave crise humanitária, assolado por centenas de mortes, incluindo de civis, assim como por deslocamento forçado de parte significativa de sua população”, continua o texto.

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O Irã voltou a fechar o Estreito de Ormuz nesta quarta-feira e ameaçou romper o cessar-fogo anunciado, caso o Exército israelense não interrompa os ataques ao Líbano, segundo agências estatais iranianas.

O Paquistão, mediador no cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã, pediu nesta quarta-feira às partes “moderação” após Israel bombardear massivamente o Líbano e o Irã voltar a atacar vários países do Golfo e a restringir passagem no Estreito de Ormuz.

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