O delegado Júlio Geraldo afirmou, nesta terça-feira (5), que os investigados pelo caso de estupro contra duas crianças na zona Leste de São Paulo, tentaram minimizar o crime ao classificá-lo como “zoeira”.
“Afirmaram que aquilo não passava de brincadeira, o que é inaceitável. porque não é concebível qualquer espécie de brincadeira que cause tamanho sofrimento às vitimas”, afirmou. O delegado destacou ainda que as vítimas confiavam nos autores.
As vitimas confiavam nesses autores. Todos confessaram e vieram com aquela alegação de se tratar de brincadeiras. A gente em algum momento ouviu a palavra ‘zoeira’. Realmente foi um ato de sadismo.
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